O deputado federal Paulão (PT-AL) busca reverter judicialmente a perda de seu mandato, argumentando que a decisão não decorre de nenhuma acusação direta contra ele. A cassação foi provocada por uma recontagem eleitoral após o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) anular os votos do suplente João Catunda por irregularidades na campanha de 2022. Como Paulão fazia parte da mesma coligação (Federação Brasil da Esperança), a perda dessas urnas alterou o cálculo do quociente eleitoral, repassando a vaga para Nivaldo Albuquerque (Republicanos).

O parlamentar e o Partido dos Trabalhadores tentam salvar o cargo com base nos seguintes argumentos e estratégias jurídicas:

  • Ausência de culpa direta: O PT reafirmou publicamente que o deputado não cometeu qualquer crime eleitoral e é apenas prejudicado por atos de terceiros.
  • Soberania do voto: A defesa sustenta que a destituição fere a vontade soberana de milhares de eleitores alagoanos nas urnas.

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