Na TV, Rui Palmeira prega união dos políticos para buscar soluções aos efeitos das chuvas: “Momento é de ação efetiva, não é hora de selfies ou questões ideológicas.

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Nesta quarta-feira, o ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira, foi o entrevistado da TV Ponta Verde, afiliada do SBT, como pré-candidato a governador de Alagoas. Na conversa com a apresentadora Estela Nascimento, Palmeira lamentou as consequências das chuvas no estado, que vem causando prejuízos para milhares de famílias. “É uma situação realmente muito triste, algumas pessoas perderam suas casas e quase tudo que tinham. Este é um momento para a classe política alagoana deixar as questões ideológicas de lado e sentar na mesa para buscar soluções. O que estamos vendo infelizmente são pessoas explorando a tragédia e fazendo selfie em meio aos alagamentos”, desabafou.

Com oito anos de experiência como prefeito de Maceió, quando governou para um terço da população de Alagoas, Rui Palmeira é conhecido no meio político e pela população como um gestor público de serenidade, planejamento e execução dos projetos. Durante a entrevista, o tema da educação pública foi abordado pela jornalista. O pré-candidato lembrou o seu legado na área quando foi prefeito e construiu e reformou 17 creches, principalmente na parte alta da cidade. “Fomos a capital brasileira que mais avançou no Ideb, indicador de qualidade da educação pelo Governo Federal, saindo da penúltima para a quarta colocação, à frente de cidades como Recife, que é economicamente mais forte”, lembrou. Como governador, Rui quer investir na ampliação de vagas para o ensino profissionalizante, qualificando os jovens para atuar em áreas como o turismo e a indústria.

Na saúde, o pré-candidato a governador lembrou da construção das duas primeiras UPAs da história de Maceió, que não tinha nenhuma unidade deste tipo antes da sua gestão. Falou ainda da abertura de 4 UDAs, em parceria com universidades, e mais 15 unidades de saúde que passaram a funcionar. “Sabemos que foram construídos hospitais ao longo dos últimos anos no estado, mas precisamos efetivamente colocar essas estruturas para funcionar. O que ouvimos das pessoas nas visitas é que muitos tem funcionado de forma precária”, completou Rui Palmeira.

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