No dia internacional da Síndrome de Down administrador solicita a pré candidato mais atenção nos projetos de inclusão social

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Claudio Bulgarelli

Sucursal Região Norte

No Dia Mundial da Síndrome de Down, comemorado neste 21 de março, que é uma data de conscientização global para celebrar a vida das pessoas com a síndrome e para garantir que elas tenham as mesmas liberdades e oportunidades que todas as outras pessoas, o administrador, analistas de sistemas e consultor imobiliário Kenny Wilson Bernardo, pai de uma menina de 3 anos com a alteração genética, solicitou publicamente aos pré candidatos à Câmara Federal, que  debatam mais projetos de inclusão social, e, principalmente na expansão da lei contra o racismo.

Em visita ao pré candidato a deputado federal Flávio Moreno; agente federal e ex-candidato ao Senado com a expressiva votação de mais de 140 mil votos; Kenny Wilson, pai de Gabriel e Leticia, gemelar, 3 anos de idade, onde Letícia tem Síndrome de Down, solicitou a Moreno que coloque em sua pauta de discussão mais projetos de inclusão social e, principalmente, na expansão da lei contra o racismo, com a possibilidade da expansão do preconceito, além da cor. “Leticia é uma criança simplesmente incrível, amorosa, cheia de energia, inteligente, muito carismática e acima, de tudo, que transmite uma esplendida luz divina. Através dela é a hora de se pensar que racismo, por exemplo, não pode ser somente contra a cor. É preciso ampliar a lei´´, afirmou Kenny Wilson.

Segundo Flávio Moreno, neste Dia Mundial da Síndrome de Down, é preciso trabalhar mais ainda pela inclusão, que é o tema escolhido este ano pela organização Down Syndrome International (DSI), do Reino Unido, comemorado dia 21 de março. “É preciso garantir que essas pessoas, as crianças, jovens e adultos que possuem a síndrome tenham as mesmas liberdades e oportunidades das demais. A sua inclusão é mais do que necessária. Estou irmanado com esse pleito das famílias e dos portadores da síndrome, aqueles que vivem e trabalham com eles em todo o mundo e aqui em Alagoas participando de atividades para aumentar a conscientização pública e defender os direitos, inclusão e bem-estar dessas pessoas´´. Concluiu Moreno.

A síndrome é oficialmente reconhecida pelas Nações Unidas desde 2012. A data escolhida representa a triplicação (trissomia) do 21º cromossomo que causa a síndrome, que é uma alteração genética presente na espécie humana desde sua origem. Foi descrita há 150 anos, quando John Langdon Down, em 1.866, se referiu a ela pela primeira vez como um quadro clínico com identidade própria.

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