Leandro Carlos Mendes, jovem empreendedor quer alçar voos mais altos.

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1ª parte

Leandro Carlos da Silva Mendes, é um jovem empreendedor nascido em Maceió, em 1986, filho de um policial militar e uma professora. Em sua infância estudou em vários colégios públicos, mas também teve formação no colégio da Polícia Militar. Exemplo para sua família e amigos, começou a trabalhar com apenas 9 anos de idade, escondido da mãe, vendendo picolé. Tão cedo, e já tinha desenvolvido a vontade e o sonho de vencer na vida. Aos poucos foi trabalhando, capinando, cortando mato e assim ganhando um pouco de dinheiro. Mas vendia frutas também, tirando as frutas do quintal de casa e escondido dos vizinhos, revendia na banca de frutas, juntando outros trocados. Mas aos 13 anos começou uma jornada diferente, continuou estudando e deu o primeiro passo para o empreendedorismo. Na frente da casa da mãe, no famoso puxadinho, abriu um pequeno negócio de peixes ornamentais, vendendo peixes e aquários. Também colocou um negócio de vídeo games, chamado fliperama, começando a ganhar e juntar dinheiro. Depois, aos 15 anos, foi trabalhar de office boy no colégio do tio, no próprio bairro onde morava, onde passou a ganhar 50,00 reais por mês.

O trabalho com afinco lhe rendeu frutos, porque foi chamado para trabalhar numa loja de rações de animais. Assim, aos 16 anos, como queria muito mais, descobriu que perto da loja de rações ia abrir um galpão grande. Ele não sabia o que seria, mas com a cara e coragem, foi entregar um currículo. Na porta do galpão se deparou com um senhor e deixou seu currículo. Já indo embora, o senhor pediu que esperasse um minutinho. Ele olhou o currículo e fez várias perguntas. Leandro disse que procurava melhorar de vida e trabalhar de carteira assinada. E veio a resposta: você está contratado. “Eu nem sabia quem era, mas pediu pra trazer toda a documentação. De lá saí tão feliz que nem estava acreditando.´´

Na segunda-feira chegou todo arrumado e com os documentos, alegre e feliz. O senhor já tinha chegado, e disse que era o dono da empresa e que seria uma loja de material de construção. Com vontade de vencer e com ajuda dele, que, que pagou os cursos e lhe ensinou, aprendeu fácil e foi por várias vezes o melhor vendedor do mês. Na empresa passou 3 anos. Depois foi trabalhar em outra loja de material de construção, como vendedor, depois subgerente, onde passou 2 anos, quando recebeu a proposta de ser promotor de vendas externo de uma empresa terceirizada da Microbord, de computador. Claro que o jovem batalhador, não sabia de nada, mas aprendeu e foi trabalhar nas lojas de computadores. Mas a empresa faliu e teve de ser desligado

E voltou atrás de trabalho, passando 2 semanas agoniado. Já estava com 19 anos, querendo trabalhar e não ficar parado. Começou novamente a entregar currículos. Foi chamado para uma entrevista numa empresa do grupo Reycon, onde foi contratado para trabalhar como auxiliar de compras. “Eu era jovem e querendo fazer uma carreira, uma construtora que abriu as portas para enfim ser alguém. O proprietário me deu todas as condições de crescer e oportunidades. Abracei, fui à luta e mostrei o meu potencial. Aos poucos fui promovido para comprador, depois encarregado de compras, depois gerente de compras e depois gerente de compras e controle do grupo Reycon, que tinha hotéis, postos de combustíveis, construtora e imobiliária. E eu era responsável pelas compras e controle DE todas as empresas´´. CONTINUA…

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