Qual candidato a prefeito de Maceió tem maior patrimônio declarado?

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No Brasil, que sejam eleições municipais, estaduais ou aquelas nacionais, envolvendo campanhas gigantescas para deputado federal, senador e presidente, se faz sem dinheiro. Tirando aquele dinheiro quase que obrigatório, para fazer santinhos e pagar outras despesas, alguém consegue se eleger sem o vil metal. Em algumas situações sim. A eleição de Bolsonaro é um bom exemplo, porque gastou menos de 4 milhões de reais. Já a reeleição de Dilma, por exemplo, foram mais de 400 milhões declarados. Uma bela diferença. Com as redes sociais ativas, o gasto com cada candidato bem que poderia ser menor. Poderia, porque na verdade se gasta muito ainda.

E parece que os valores afloram com mais clareza nas campanhas para vereador e prefeito em todas as cidades brasileiras. Em cidades com 5 mil eleitores um candidato a prefeito pode gastar até 100 mil reais, aqueles que possuem esse valor. Outros gastam nada, porque não dispõem. Para prefeito o valor pode chegar a dois milhões de gastos. Imaginamos uma capital como Maceió então, com quase 600 mil eleitores. Teoricamente o gasto para um candidato a vereador seria de uns 500 mil. E para prefeito 10 vezes mais. Mas os candidatos teriam realmente esses valores. A maioria não. E aqueles que declaram seu patrimônio, não quer dizer que vão gastá-lo.

Em Maceió, qual candidato a prefeito tem patrimônio mais alto declarado. Poderíamos imaginar JHC, pela família. Mas na verdade o maior patrimônio declarado é do engenheiro bolsonarista Josan Leite, 50 anos. O patrimônio declarado por ele à Justiça Eleitoral é de R$ 2,5 milhões (exatos R$ 2.580.000). Ele é filiado ao Patriotas. Em segundo lugar está o deputado federal JHC, do PSB: R$ 1,9 milhão (exatos R$ 1.973.391,98). Davi Filho, do PP, declarou R$ 949.219,87. Cícero Filho (PC do B) afirma ter R$ 562 mil. Ricardo Barbosa (PT), R$ 365 mil. Alfredo Gaspar (MDB), R$ 341.626,09 e Lenilda Luna (UP), R$ 90.200.